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Vitru Educação usa agentes de IA na correção de provas e economiza 25 mil horas

Executivo detalhou no TI Inside Innovation Forum 2026 como a Vitru organiza sua estratégia de IA agêntica em três frentes, com governança e cobrança de ROI.

Imagem: TI Inside

A Vitru Educação, que reúne mais de um milhão de alunos e cerca de três mil polos no país, já usa inteligência artificial em processos de grande volume. A correção de provas com a tecnologia ultrapassa 400 mil questões por mês e, segundo a empresa, gerou redução de 25 mil horas de trabalho somente no último mês analisado.

Os dados foram apresentados por Laerte Kerber Franco, executivo de TI da companhia, em mesa redonda do TI Inside Innovation Forum 2026. Para ele, a passagem para a IA agêntica, em que os sistemas avaliam o contexto e executam ações por conta própria, amplia as preocupações da área de tecnologia, que antes se concentravam na escolha do modelo e no consumo de tokens.

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Franco defende que as empresas definam com antecedência quais sistemas e dados cada agente poderá acessar, em nome de quem ele atua, como detectar uma decisão errada e quem poderá corrigi-la. Ele também alerta que integrações ponto a ponto podem deixar a arquitetura mais complexa e vê no AI Gateway uma camada útil para organizar essas conexões.

A estratégia tem três frentes. A primeira, mais recente, leva ferramentas de IA aos profissionais, mas tem retorno difícil de medir. A segunda permite que as áreas criem automações sob governança da TI, com estimativa mínima de ROI. A terceira, iniciada há cerca de dois anos, reúne grandes aplicações, como a correção de provas e um agente que identifica alunos com risco de evasão e age de forma proativa.

O executivo afirma que os tokens já entraram nas discussões de orçamento com o conselho, mas o custo real inclui ferramentas de segurança, monitoramento e guardrails. Nos grandes agentes, a empresa associa orçamento e retorno esperado desde o planejamento. Já a produtividade individual, na visão dele, tende a ser tratada como investimento básico, comparável à compra de um pacote de aplicativos de escritório.

Por que isso importa para empresas

  • Começar por processos de alto volume e retorno mensurável, como a correção de provas, facilita justificar investimentos em IA diante da diretoria.
  • Gestores devem incluir no orçamento de IA, além dos tokens, custos de segurança, monitoramento, integração e governança, e definir antes quem responde por decisões tomadas por agentes.
  • Abrir a criação de automações às áreas de negócio exige uma camada central de governança para evitar uma arquitetura fragmentada.
Fonte originalLer a matéria completa em TI Inside
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Texto da Redação IA BRAZIL, escrito a partir da matéria publicada por TI Inside. Título original, imagem e matéria completa pertencem à fonte.

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