Inteligência artificialOlhar Digital

Ex-pesquisador da Anthropic vai depor em audiência sobre IA em Nova York

Jacob Coxon falará ao Conselho Municipal de Nova York nesta segunda-feira (5), em sessão com representantes de Anthropic, OpenAI, Google e Meta.

Imagem: Olhar Digital

O ex-pesquisador da Anthropic Jacob Coxon confirmou que vai testemunhar nesta segunda-feira (5) em uma audiência sobre inteligência artificial no Conselho Municipal de Nova York. A sessão também terá representantes de Anthropic, OpenAI, Google e Meta. O convite partiu da presidente do Conselho, Julie Menin, que defende ouvir denunciantes de empresas de IA nas discussões sobre os riscos da tecnologia.

Coxon saiu da Anthropic no mês passado e, na ocasião, criticou a disputa por sistemas cada vez mais poderosos, afirmando que Anthropic e OpenAI estariam “apostando nossas vidas”. A audiência faz parte de um movimento das autoridades municipais para ganhar espaço na regulação da IA, já que o setor cresceu rapidamente na cidade, mas a maior parte das normas ainda cabe aos governos estadual e federal.

Leia tambémPesquisa usa sinais cerebrais para a IA perceber quando errou a intenção do usuário

Entre os projetos em análise, um deles, proposto por Menin, prevê que denunciantes de violações cometidas por empresas de IA recebam parte das multas ou penalidades recuperadas pelo poder público. Outras propostas permitiriam que pessoas prejudicadas por sistemas de IA processassem os desenvolvedores em determinadas situações e exigiriam validação independente de alguns sistemas antes de sua implantação na cidade.

Anthropic, OpenAI e Google só concordaram em participar depois que o gabinete de Menin indicou que poderia emitir intimações caso não comparecessem. A Meta já havia confirmado presença antes. O Conselho também intimou a unidade de IA da SpaceX, que não respondeu aos convites para a sessão.

Por que isso importa para empresas

  • Regras locais como as discutidas em Nova York, com responsabilização de desenvolvedores e validação prévia de sistemas, tendem a influenciar contratos e exigências dos fornecedores globais de IA usados por empresas brasileiras.
  • Gestores devem mapear quais ferramentas de IA utilizam e de quais fornecedores, mantendo documentação de riscos atualizada, já que exigências de transparência e prestação de contas podem se espalhar para outros mercados.
Fonte originalLer a matéria completa em Olhar Digital
  • regulação de IA
  • Anthropic
  • denunciantes
  • Nova York
  • OpenAI

Texto da Redação IA BRAZIL, escrito a partir da matéria publicada por Olhar Digital. Título original, imagem e matéria completa pertencem à fonte.

Mais de Inteligência artificial

Todas as notícias

Próximo passo

Tem um processo que o seu sistema atual não resolve? A primeira conversa já mostra o caminho.

  • Primeira conversa sem custo
  • Retorno pelo WhatsApp
  • Atendimento em português e inglês