Inteligência artificialMIT Technology Review

Relatório defende redesenho de processos antes da escolha de modelos de IA

Conteúdo patrocinado da MIT Technology Review Insights aponta que investimentos em IA geram silos e propõe arquitetura componível e soberania de dados.

Imagem: MIT Technology Review

Um relatório produzido pela Insights, braço de conteúdo customizado da MIT Technology Review, e não por sua redação, afirma que a IA corporativa já está em plena operação. O texto estima que o investimento global no setor chegue a US$ 2,5 trilhões em 2026, 44% acima do ano anterior, enquanto a capacidade dos modelos avança mais rápido do que as empresas conseguem absorver.

Segundo o documento, esse investimento tem gerado fragmentação. A inteligência fica presa em silos: agentes de vendas não enxergam chamados de suporte abertos, e sistemas de marketing personalizam conteúdo sem acesso ao que o financeiro sabe sobre o cliente. Cada área pode funcionar bem isoladamente, mas a organização como um todo aprende pouco. O relatório chama de virada agêntica a passagem da IA como ferramenta para a IA como modelo operacional.

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Para essa mudança, o texto propõe três frentes: reconstruir a infraestrutura de dados priorizando a acessibilidade em vez do volume, trocar pilhas tecnológicas fixas por arquiteturas componíveis que acompanhem a evolução de modelos e ferramentas, e resolver questões de soberania, como onde a IA roda, quem a controla e como ela opera entre fronteiras organizacionais e jurisdicionais.

O relatório afirma que a maioria das empresas ainda não aumenta receita com IA e que as que obtêm retorno sustentado redesenham processos antes de escolher modelos. Também destaca que ter dados não é o mesmo que ter dados prontos para IA, e sugere consultar e preparar as informações onde elas estão armazenadas, sem migração, diante de leis de residência de dados e de ambientes com várias nuvens.

Por que isso importa para empresas

  • Antes de contratar novos modelos ou agentes, vale mapear e redesenhar os processos que eles vão apoiar, para não automatizar fluxos fragmentados.
  • Empresas sujeitas à LGPD e com dados espalhados em várias nuvens podem avaliar soluções que acessem as informações onde estão, reduzindo transferências desnecessárias.
  • Por se tratar de conteúdo patrocinado, os números e recomendações devem ser lidos como visão de mercado, e não como pesquisa jornalística independente.
Fonte originalLer a matéria completa em MIT Technology Review
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Texto da Redação IA BRAZIL, escrito a partir da matéria publicada por MIT Technology Review. Título original, imagem e matéria completa pertencem à fonte.

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