O Grupo Superlógica decidiu colocar a agenda de inteligência artificial sob responsabilidade direta do seu principal executivo. Carlos Cêra, fundador e CEO, passa a acumular o cargo de Chief Artificial Intelligence Officer, conhecido pela sigla CAIO, sem deixar o comando dos negócios. A empresa tem mais de mil funcionários e atua nos mercados condominial e imobiliário.
O portfólio reúne softwares de gestão para administradoras de condomínios e imobiliárias, além de pagamentos, crédito, conta digital e controle de acesso. A mudança ocorre depois da apresentação do Nexus, ecossistema de IA com agentes capazes de analisar informações, executar tarefas e automatizar processos. Uma das soluções é o Superlógica Workspace, voltado às empresas do setor.
Leia tambémPesquisa usa sinais cerebrais para a IA perceber quando errou a intenção do usuárioSegundo Cêra, a decisão reflete o efeito da inteligência artificial sobre diversas áreas da companhia. Ele afirma que a tecnologia passou a influenciar diretamente produto, gestão e modelo de negócio, o que exige envolvimento próximo da liderança.
Por que isso importa para empresas
- O movimento mostra a tendência de levar a estratégia de IA ao topo da hierarquia, em vez de deixá-la restrita à área de TI ou a um comitê.
- Ter um responsável com poder de decisão sobre produto e modelo de negócio pode acelerar a adoção de agentes, mas exige metas claras e equipes de apoio para não concentrar a agenda em uma só pessoa.
Texto da Redação IA BRAZIL, escrito a partir da matéria publicada por Startups. Título original, imagem e matéria completa pertencem à fonte.



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