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Claude Code passa a aceitar mods para personalizar comportamento e interface

Extensões em TypeScript podem alterar pedidos, bloquear ações e adicionar painéis, mas rodam sem isolamento e devem vir de fontes confiáveis.

Imagem: Canaltech

A Anthropic lançou os mods do Claude Code, recurso que permite modificar o funcionamento e a aparência de sua ferramenta de programação com IA. Os mods são pequenas extensões escritas em TypeScript e já podem ser usados no aplicativo para desktop e na interface de linha de comando. Eles vêm empacotados em plugins, que podem ser instalados pelo comando /plugin ou pela biblioteca Claude Directory.

Durante o uso, os mods acompanham eventos e podem agir antes ou depois de uma ação, ou mesmo substituí-la. Na prática, conseguem alterar um pedido antes que ele chegue ao modelo, bloquear chamadas de ferramentas, responder automaticamente a pedidos de permissão e ocultar dados sensíveis nos resultados. Também podem incluir botões, campos e painéis interativos no terminal e no aplicativo.

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O próprio Claude Code pode escrever um mod, instalá-lo e recarregá-lo na sessão em andamento. A Anthropic começou a converter funções nativas nesse formato, como o /diff, que mostra alterações em arquivos e agora pode ser desligado ou trocado. A meta declarada é aproximar a ferramenta de um núcleo mínimo, ajustável conforme a necessidade de cada usuário.

Os mods não rodam em ambiente isolado e têm o mesmo acesso ao computador que o Claude Code, por isso a empresa orienta instalar apenas extensões de origem confiável. Nos planos Team e Enterprise, administradores podem liberar ou bloquear mercados de plugins, e o mod sec-default é carregado primeiro em contas corporativas e máquinas gerenciadas para impedir ações consideradas arriscadas.

Por que isso importa para empresas

  • Equipes de desenvolvimento podem criar mods para exigir confirmação antes de comandos que afetem produção e para registrar o histórico de ações do agente, o que ajuda em auditoria e conformidade.
  • Como as extensões têm acesso amplo à máquina, a área de TI deve definir quais mercados de plugins são permitidos antes de liberar o recurso aos times.
Fonte originalLer a matéria completa em Canaltech
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Texto da Redação IA BRAZIL, escrito a partir da matéria publicada por Canaltech. Título original, imagem e matéria completa pertencem à fonte.

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