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Apple altera permissão de acesso total ao disco para conter abuso de agentes de IA

A mudança mira o uso indevido da permissão por agentes de inteligência artificial e envolve uma divergência entre Apple e Meta sobre a leitura de mensagens pelo Muse.

Imagem: Ars Technica

A Apple modificou a permissão de acesso total ao disco, conhecida pela sigla FDA, com o objetivo de reduzir abusos cometidos por agentes de inteligência artificial, segundo reportagem do Ars Technica. Como o nome indica, esse tipo de autorização dá a um aplicativo acesso amplo aos dados armazenados no computador.

A chamada da reportagem aponta uma divergência entre Meta e Apple: a Meta sustenta que a permissão de acesso total ao disco, sozinha, não basta para tratar da leitura de mensagens pelo Muse, e a Apple discorda dessa avaliação. Detalhes técnicos da mudança não constavam do material disponível.

Leia tambémPesquisa usa sinais cerebrais para a IA perceber quando errou a intenção do usuário

Por que isso importa para empresas

  • Empresas que liberam agentes de IA em computadores corporativos devem revisar quais permissões esses aplicativos recebem, em especial o acesso a arquivos e mensagens.
  • Mudanças nas regras dos sistemas operacionais podem afetar agentes já implantados, então vale acompanhar as atualizações e testar antes de liberar novas versões para os usuários.
Fonte originalLer a matéria completa em Ars Technica
  • Apple
  • agentes de IA
  • acesso total ao disco
  • privacidade de dados
  • Meta Muse

Texto da Redação IA BRAZIL, escrito a partir da matéria publicada por Ars Technica. Título original, imagem e matéria completa pertencem à fonte.

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